Roger Elarrat

FILMES DA DÉCADA – CINEMA PARAENSE

Em 2020 nosso projeto completou dez anos de pesquisa do cinema e do patrimônio audiovisual paraense e, para fechar o ano, elaborou uma lista dos filmes e produções audiovisuais mais importantes da década, de 2011 a 2020, em nosso estado. São 10 filmes que consideramos obras obrigatórias para a compreensão desta década do cinema paraense.
O ano foi difícil para o setor audiovisual, muitos projetos não foram lançados por conta da pandemia, outros seguiram por festivais virtuais, e a internet foi a salvação e o grande desafio. Nunca foi consumido tanto produtos audiovisuais on demand como no ano que se acaba, e nunca foi tão necessária. As salas de cinema fechadas fizeram de 2020 o pior ano da história do cinema, mas seguimos produzindo, pesquisando e criando cinema.
A esperança de que em 2020 a PL 417/2019 (Lei do Audiovisual Milton Mendonça, obrigado @criapara) e a Lei Aldir Blanc/ Audiovisual sejam o impulso inicial de uma nova retomada e uma luz, após essas trevas, para o cinema paraense. E mais, um desejo e pedido, que a prefeitura de Belém reative o Edital de Fomento a Produção de Curtas-metragem, tão importante no início dos anos 2000.
A publicação dos Filmes da Década marca também a ativação do nosso portal cinematecaparaense.org e um agradecimento a todos os realizadores, inclusos ou não nesta lista que é apenas um recorte simbólico, que bravamente lutam pelo cinema.
Os filmes da década, de acordo com nossa curadoria, são:
O documentário vencedor do grande prêmio no último Amazônia Doc é um projeto de sensibilidade e coragem. As diretoras conseguem testemunhar e registrar a intimidade de mulheres trans da Amazônia e encadear esse delicado material com uma poética contundente. Sem duvida um dos melhores documentários já produzidos no Pará.
Um filme de estrada feminista e amazônico. Jorane fez um longa-metragem com protagonistas mulheres em uma busca por amor, de Belém até Salinas. Impossível não destacar a cantora Keila Gentil em uma atuação naturalista e vibrante. É o mais recente filme de longa duração feito no Pará depois de um hiato de 40 anos, fato que por si só já o colocaria como um dos grandes filmes paraenses da história. Mas não apenas por isso. Sua edição cria um tempo poético com as imagens úmidas e sem pressa, e a música envolve o espectador numa atmosfera amazônica. É tecnicamente perfeito, humano e levemente selvagem. Um marco.
A webserie musical Sampleados é uma grande homenagem ao brega paraense e suas derivações contemporâneas. Com duas temporadas e episódios especiais a produção já foi vista milhões de vezes no canal da Platô Filmes. Filmado sempre em locações icônicas da capital e com participação de diversos intérpretes em novas versões de clássicos do brega pop. A produção das faixas de Will Love é um trunfo do projeto, encadeando o roteiro com as musicas.
A estrutura narrativa, simples a primeira vista, com um off que transita da comédia ao drama de forma exemplar, é permeada por imagens de arquivo que muito contribuem para a simpatia pela história que o filme conta. Cheio de soluções visuais criativas, fotografia vintage e montagem com um perfeita criação de tempo. O afeto está presente em cada frame dessa pequena obra-prima.
A ilha de Cotijuba é um personagem desse filme de Mateus Moura. Uma história de amor e morte na fronteira entre o real e a encantaria. Realizado de forma colaborativa, entre amigos de sonho, surpreende pela técnica e narrativa humana e social, mostrando uma Amazônia além da paisagem.
A distopia proposta por este experimento cinematográfico de alunos do curso de Cinema e Audiovisual da UFPa é um marco do nosso cinema. Realizado com recursos exíguos em todas as suas etapas de produção, com uma ficha técnica gigantesca de colaboradores e apoiadores, é uma prova de que é possível. Participou de uma série de festivais e mostras por todo o Brasil, ganhando alguns prêmios.

FILME DO MÊS// FEV – 2020 “JAMBEIRO DO DIABO” DE ROGER ELARRAT

Roger Elarrat é um realizador paraense, formado em Comunicação Social (UFPA), que dirigiu as minisséries Miguel Miguel (2005), Squat na Amazônia (2019) e Amazônia Oculta (inédita), o documentário Chupa-chupa: a história que veio do céu (2007)  e o curta de animação Visagem (2006).
Como surgiu a ideia do curta e como se desenvolveu o roteiro?
R: Eu tive a ideia por volta de 2006 em meio a vários projetos que eu tinha em mente naquele momento de início de carreira. Tinha muito interesse em experimentar gêneros complicados de se filmar como suspense, terror, fantasia… pensei essa ideia do homem sem alma que não consegue demonstrar sentimentos e por isso é deixado pela namorada e ai ele parte em uma jornada em busca dessa alma perdida. Eu tive mais facilidade para criar o setup de tudo (como perde a alma, por quê e como ele está hoje no presente) do que o desenrolar. Em 2008 Adriano Barroso trouxe umas ideias para esse desenvolvimento e conseguimos desatar alguns nós, mas eu tinha em mente um caminho muito mais poético para os personagens do que o projeto estava se tornando. Nesse período eu participei de um curso avançado de roteiro com Juliana Reis no antigo IAP e tive muita orientação mais madura no projeto, consegui dar as amarras que faltavam e fiquei confiante de colocar o texto em um edital. Basicamente as referências vão de Fausto, passam pelo filme “E aí meu irmão, cadê você” e chegam até um episódio dos Simpsons que o Bart vende a alma a Milhouse.
Da captação de recursos a produção, como foi o processo?
R: O projeto ganhou dois editais no mesmo ano, o de Curta Minc e Curta Petrobrás. Durante a produção o Banco da Amazônia se interessou em financiar recursos complementares também. E ele já foi feito depois de outros projetos que escrevi ao mesmo tempo como minissérie, documentário e animação. Acabou que no Jambeiro pela primeira vez nós tivemos um curta com excelente estrutura de produção. A gente filmou o projeto todo em Belém e falseou a viagem ao interior com algumas locações na capital mesmo. Acho que foram mais de 300 figurantes, 3 meses de busca por elenco, ensaios e preparação, dois meses de pré-produção e 8 dias de gravações. E como eu já vinha da vivência de cenas ficcionais que foram gravadas para o DOCTV Chupa-chupa e da minissérie Miguel Miguel, eu consegui manter um ritmo muito organizado e preciso nas filmagens do Jambeiro. Acho que foi quando todo mundo começou a ver que eu podia ter um caminho sóbrio no meio. Quando a gente tá começando ou é nervoso e tímido ou muito estressado e autoritário, e quando chegou o Jambeiro eu já tinha passado dessas fases e a gente conseguiu um clima muito parceiro e amigo no set, ao mesmo tempo confiante e certeiro. Muita gente dali também foi crescendo no meio junto comigo ao longo dos anos depois do Jambeiro.
Como foi a repercussão do filme na época e qual legado dele para  sua carreira de realizador?
R:  O filme realmente fez  muito sucesso e me abriu muitas portas. Fui a Cannes com ele e consegui ter esse projeto como referência para disputar editais maiores. Eu senti que nesse projeto eu já estava bastante seguro com alguns aspectos de direção e também soube o que precisava estudar mais para os próximos. Também foi um projeto com efeitos muito complexos na época para fazermos e me senti confiante para tentar coisas mais complicadas nos outros projetos que vieram depois. Esse filme lançou várias carreiras como o Leoci Medeiros que só tinha feito teatro até então, Lucas Escócio, Luana Klautau e vários outros dos bastidores também só cresceram de lá pra cá. Acho que foi feito no momento certo na minha carreira e ainda planejo revisitar esse universo em um novo projeto no futuro.

FICHA TÉCNICA
JULIANA contra o jambeiro do diabo pelo coração de João Batista. Direção: Roger Elarrat. Roteiro: Adriano Barroso, Roger Elarrat. Produtora: Visagem Filmes. Produção: Camila Kzan. Fotografia: Emerson Bueno. Trilha Sonora: Leonardo Venturieri. Som: Márcio Câmara. Direção de arte: Boris Knez. Figurino: Maurity Ferrão. Maquiagem: Sonia Penna. Elenco: Leoci Medeiros, Geisa Barra, Nani Tavares, Tiago Assis. Belém. 2012. Cor. Son. Filmado em Digital com transfer para 35mm.

AMAZÔNIA OCULTA

O que sabemos até agora sobre a série ficcional de Roger Elarrat, realizada em 2019 em Belém, retiramos do Facebook do realizador. Sobre a pré-produção Roger diz:

Essa é uma série que é produzida e será filmada no Pará. Eu cheguei a perguntar por atores que moram fora daqui mas que estarão aqui em julho para serem também considerados no casting. Não temos previsão orçamentária de passagem, hospedagem, etc para elenco de fora. Da mesma forma, queremos priorizar elenco amazônico que tem poucas oportunidades no meio, além das feições, o sotaque etc. Alguns atores que não são paraenses mas que moram aqui também têm participado de testes, mas são pouquíssimos, e os consideramos como elenco local pela logística, avaliamos a possibilidade de alcançarem o sotaque, e se parecem com os atores daqui.

Da esq. para dir: Roger Elarrat, direitor e roteirista, Lucas Escócio, Fotografia, e Felipe Braun, Produção.

Com roteiro do próprio Roger a série terá 5 episódios com três estórias em cada.

Os títulos dos 15 contos da série Amazônia Oculta, de acordo com o realizador são:

– O Escafandro e a Cabana
– O Duplo
– Cyber Kayapó
– A Entidade
– Eco
– O Filtro dos Sonhos
– O Símbolo Amarelo
– Abissal
– O Espelho
– A Estrela
– Eterno Retorno
– O véu
– Buraco Negro
– A Máscara
– Ilusão

Frames da série compartilhados dão uma ideia sobre o visual da série.

Roger também compartilhou uma série de curiosidades sobre a produção de Amazônia Oculta:

Algumas curiosidades da série:

– filmando em 3 semanas, as 15 histórias precisaram de um planejamento muito preciso porque praticamente todo dia era uma locação nova e não podia cair cena pro dia seguinte.
– acho que foi o projeto que fiz com o maior número de atores envolvidos.
– teve profissional que tava trabalhando ao meu lado pela quarta vez. Vários outros era terceira vez!
– terror, suspense… mas nada de Matinta, Boto ou Iara.
– tivemos uma equipe de efeitos práticos só de profissionais locais: fumaça, língua de monstro, sangue, tripas, gangrena, ácido, fogo, corpo mumificado e muito mais foi feito por eles. Um sonho né?
– fotografia ficou impressionante, mesmo com recursos simples e até “oldschool” às vezes.
– Rodamos em 4K
– tem tanto histórias de mata, de rio, quanto histórias da Amazônia Urbana.
– tivemos alguns nus tanto femininos quanto masculinos.
– alguns contos da série tiveram estilos de direção bem distintos uns dos outros: um foi só planos sequência e câmera na mão, outro só câmera parada, outro só dutch angle, outro cheio de plongé e contra-plongé e por aí vai.
– teve elenco mirim e atriz de 96 anos!
– aliás uma atriz de 14 anos foi uma das que mais surpreendeu. Vem aí mais uma descoberta nossa!
– vários elementos da minha assinatura estão presentes mais uma vez: carrinho de raspa-raspa, máscaras, duplo, cenas à luz de velas, encruzilhada, temas sombrios, café. 

Mais curiosidades da produção da série Amazônia Oculta, filmada em julho de 2019:

– Na última semana de pré-produção rolou uma dança das cadeiras no elenco. Gente caiu, gente trocou de personagem, trocou passagem de avião e gente mostrou serviço pra ficar na série. Ismara (primeira assist. de direção) tava uma general irredutível no cronograma pra tudo dar certo.

– Uma das locações só foi decidida na véspera da filmagem. Olha que normalmente é tudo fechado com semanas de antecedência para toda a papelada, logística e decisões artísticas poderem ser encaminhadas a tempo. Não sei que mágica a Luana com a produção e a direção de arte fizeram, mas deu tudo certo nesse dia. Inclusive, segundo Maurício (o continuísta), rodamos mais de 40 planos, informação que tentaram me esconder para não dar muita confiança.

– Sempre imaginei que filmar com bicho seria muito sofrido, mas tivemos um cachorro ator que era um lorde inglês, além de muito fotogênico.

– Em um dos dias da ilha do combu a mágica do cinema aconteceu: o gerador quase cai do barco e acabou que não pudemos usar 80% do equipamento de luz planejado. Resultado: uma grande improvisação do Lucas (fotógrafo). Tive que entrar no clima e improvisar também com elenco e planificação de cenas. Joguei meu tablet com diagraminhas de lado e fui no embalo. Jazz.

– Um dos dias teve filmagens em um porão cheio de morcegos. Feri minha cabeça, um dos atores feriu a cabeça e a atriz principal cortou a mão (em cena!) e ainda rodou mais uns 3 planos com a mão sangrando.

– Quando chegamos ao Bosque Rodrigues Alves era dia de eclipse + lua cheia. A cidade foi tomada por uma tempestade e o bosque alagou, ficou um breu. Só se via os raios no céu. Todo mundo se escondeu e o pessoal que trabalhava lá se impressionava que eu era o único andando de um lado pro outro no meio das trilhas. Diziam que era cheio de visagem por lá, mas eu só pensava nas minhas cenas que tinham caído. Até voz do além foi escutada no rádio nessa noite.

– Fiz um stand in em uma cena de figuração saindo de dentro do corpo de um homem/monstro. Era só pra mostrar como queria, mas a equipe de foto me filmou e por sorte não virei meme (ainda).

– Lucas teve cara branca no dia que filmamos em um barco, mas por sorte já estávamos nos últimos dias de filmagens.

– 14 personagens morrem ao longo da série e mais uns tantos outros morreram pouco antes das tramas começarem ou podem morrer pouco depois das histórias terminarem.

– 10 personagens tiveram caracterização que precisavam que os atores usassem algum tipo de figurino especial (roupa de monstro/ robô/ visagem, máscara etc.)

Fonte: Facebook do realizador

6 projetos paraenses contemplados em edital da Ancine/SaV/EBC

muamba

Tapume, projeto da produtora Muamba contemplado no edital.

Seis projetos paraenses foram contemplados no edital do  Programa Brasil de Todas as Telas , produto da parceria entre a Agência Nacional do Cinema – ANCINE, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SaV) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC). São mais de quatro milhões de reais em investimento em produção de séries para todos os públicos. Um destaque para a produtora Visagem com dois projetos contemplados e a Greenvision que em seu projeto “Amazônia ocupada captou o maior montante, mais de dois milhões de reais para falar sobre a imigração na Amazônia.

Os projetos contemplados foram:

“Amazônia ocupada” Proponente: Companhia Amazônica De Filmes S/S LTDA (PA) Produtora: Green Vision Direção: Priscilla Regis Brasil Público: Adulto. Sinopse: Série conta as histórias de migrantes de diversas áreas do Brasil durante as 13 maiores explosões migratórias na Amazônia entre as décadas de 1960 e 1980.

“As lendas da turma do Jambu” Proponente/produtora: 3D Produções LTDA EPP (PA) Direção: José Paulo Vieira da Costa Público: Infantil. Sinopse: Cada episódio da série trata de uma lenda do folclore brasileiro. A relação da Turma do Jambu com esta lenda é explicitada através de animações de recortes de desenhos realizados por crianças de diversas escolas do Brasil. Temas de lendas diferentes serão enviados para várias instituições de ensino de todo país, onde serão feitos desenhos em diversas técnicas: tinta guache, giz de cera, canetinha e colagem. Estes desenhos serão animados através de animação 2D.

“Aurá, eu sou de lá” Proponente/proponente: Visagem Serviço de Produção de Video Ltda. ME (PA) Direção: Ursula Vidal Santiago de Mendonça e Homero Flávio Fortunato da Silva Público: Adulto. Sinopse: Acompanha o cotidiano de 5 personagens que representam a esgarçada trama social tecida ao longo de mais de 20 anos de trabalho árduo e insalubre no segundo maior aterro do Brasil: o lixão do Aurá, localizado em Belém do Pará.

“Os dinâmicos” Proponente/produtora: Central de Produção Cinema e Vídeo Na Amazônia. (PA) Direção: Afonso Gallindo e Luciana Medeiros Público: Infantil. Sinopse: Os músicos da banda “Os Dinâmicos” tocam um ritmo original e contagiante, a guitarrada, alegrando as vilas ribeirinhas da Amazônia, onde vivem. Enquanto animam as festas e convivem em seu estúdio, eles também guardam um segredo. Joaquim Vieira (Mestre Vieira), Idalgino Cabral, Lauro Honório, Dejacir Magno e Luis Poça são mais músicos, eles são super heróis da Amazônia, que atendem inúmeros pedidos de socorro e denúncias contra a natureza.

“Squat na Amazônia” Proponente/produtora: Visagem Serviço de Produção de Video Ltda ME. (PA) Direção: Roger Elarrat do Carmo Público: Jovem. Sinopse: Narra a história de Juliano de Benjamim, jovens atores recém formados na Amazônia que fazem parte de uma geração de artistas que buscam novas formas de expressar a arte que criam, mas são frustrados pela realidade da produção teatral local. Eles decidem então criar um coletivo de teatro ao lado da jovem artista Valentina.

“Tapume” Proponente/produtora: Muamba Estudio Ltda ME (PA) Direção: Brunno Regis Público: Jovem. Sinopse: Série que retrata manifestações culturais de rua a partir de duas linguagens artísticas: o audiovisual e as artes gráficas.

Fonte: Ancine

Juliana contra o jambeiro do diabo pelo amor de João Batista, 2012 – de Roger Elarrat

João Batista é um homem frio, lacônico. Ele não consegue nem dormir nem comer direito, e principalmente demonstrar seus sentimentos pela fotógrafa Juliana, a única pessoa que se interessou por alguém tão estranho e misterioso. Mas agora, João Batista acredita que perdeu sua alma em uma brincadeira de moleque na infância e por isso está morrendo. Assim, o casal parte em uma jornada ao interior do Pará, durante o carnaval de boi de máscaras. Independente se as crenças de João são reais ou não, para Juliana esta pode ser a única chance de reconciliação, enquanto que para ele a jornada será a última oportunidade de confronto com o Diabo que espera e espreita escondido entre as máscaras de carnaval.

Este é um curta metragem de 2012, dirigido por Roger Elarrat, com produção executiva de Camila Kzan, fotografia de Emerson Bueno, direção de arte de Boris Knez, trilha original de Leonardo Venturieri, roteiro original de Roger Elarrat & Adriano barroso, maquiagem de Sônia Penna, figurino de Maurity Ferrão, edição e efeitos de Lozansky Benur.

Elenco Leoci Medeiros, Geisa Barra, Tiago Assis, Nani Tavares, André Luiz Miranda

Uma realização Ministério da Cultura, Secretaria do Audiovisual

Co-Patrocínio Banco da Amazônia

Produção VISAGEM! Filmes

contato@visagemfilmes.com.br

Produtores Associados Célio C. FIlho, Roger Elarrat, Lozansky Benur

“Visagem” de Roger Elarrat

Ficha Técnica:
Livre adaptação da obra de Walcyr Monteiro
Direção e Produção de Roger Elarrat
Roteiro de Adriano Barroso
Fotografia e câmera Adalberto Junior
Trilha original de Leonardo Venturieri
Duração de 11 minutos.

Roger Elarrat

Roger Elarrat é belenense, de 81. No currículo, uma faculdade de comunicação – habilitação em jornalismo – e anos de docência. No audiovisual, trabalha desde 2000, onde começou como assistente de direção e diretor de 2ª unidade em curtas metragens paraenses. Dirigiu o curta-metragem “Vernissage…” em 2006 e logo depois, o primeiro curta de animação em stop motion do Pará, “Visagem!”. É roteirista e diretor do documentário “Chupa-Chupa: a história que veio do céu”, projeto este que ficou em primeiro lugar no DOCTVIII no estado do Pará e, recentemente, da adaptação da minissérie, ainda inédita, “Miguel Miguel”, baseada na obra do escritor paraense Haroldo Maranhão.

Fonte: Curta em Circuito