IV SEMANA DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA // CICLO DE ENTREVISTAS >> MOISÉS MAGALHÃES

IV SEMANA DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA

CICLO DE ENTREVISTAS 


DIA 29/10 – MOISÉS MAGALHÃES / Cinema paraense nos anos 1980 e 1990: milagres e lendas


Moisés Magalhães é cineasta, documentarista e produtor de cinema e audiovisual, nascido no Ceará, atuante em Belém (PA) entre os anos 1980 e 2000. Participou do CRAVA (Centro de Referência Audiovisual da Amazônia) e de uma série de produções realizadas pelo Centro em seus anos de existência. Dirigiu o curta-metragem Carro dos Milagres (1991) e da série documental Lendas Amazônicas (1998).


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IV SEMANA DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA // CICLO DE ENTREVISTAS >> CHICO CARNEIRO

IV SEMANA DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA

CICLO DE ENTREVISTAS

DIA 28/10 – CHICO CARNEIRO / Memórias cinematográficas na Amazônia

CHICO CARNEIRO é documentarista e fotógrafo paraense atuante desde os anos 1970, quando trabalhou como assistente de câmera e de som para cineastas como Jorge Bodansky, Orlando Senna, Wolf Gauer, Leon Hirzman, Neville D’Almeida, Adrian Cooper e Hector Babenco. Realizou curtas documentários e de ficção no Pará nos anos 1970 e 1980. Viveu e trabalhou com cinema em São Paulo antes de se mudar para Moçambique em 1983, onde fez parte da fundação de um núcleo de produção cinematográfica local. Seu filme moçambicano de ficção “Lorena” ganhou o Tatu de Ouro como melhor vídeo de ficção na Jornada Internacional de Cinema de Salvador, em 2005. Seu filme documentário “Djambo” foi o vencedor do Concurso CPLP/Documentários/2015, pólo Moçambique. Divide seu trabalho entre Moçambique e a Amazônia paraense, onde desde 2001 realiza documentários independentes. Foi homenageado pelo FICCA – Festival Independente de Cinema do Caeté em 2020.
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IV SEMANA DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA / CICLO DE ENTREVISTAS >> ADVALDO CASTRO

IV SEMANA DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA

CICLO DE ENTREVISTAS

DIA 27/10 – ADVALDO CASTRO / O cinema ficcional de Líbero Luxardo

ADVALDO CASTRO é professor no Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ). Mestre em Artes pelo Programa de Pós Graduação em Artes – ICA/UFPA (2013). Graduado em Filosofia pela Universidade Federal do Pará (2010). Pesquisa estéticas modernas e contemporâneas, discute as relações entre indústria cultural e processos de produção poética. Atua enquanto pesquisador, principalmente nos seguintes temas: filosofia, filosofia da arte, música, cinema e memória. Enquanto professor também atua com filosofia da educação, filosofia do direito, lógica, ética, história da arte, prática de ensino em filosofia, entre outras disciplinas. Participa do Grupo de pesquisa Culturas e Memórias Amazônicas (CUMA), linha de pesquisa Audiovisual, da Universidade do Estado do Pará.
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IV SEMANA DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA / CICLO DE ENTREVISTAS >> EVA CARNEIRO

IV SEMANA DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA

CICLO DE ENTREVISTAS


DIA 26/10 – EVA CARNEIRO / Os Espectadores: história, sociabilidade
e cinema em Belém do Pará na década de 1950


EVA CARNEIRO possui graduação em Bacharelado e Licenciatura em História pela Universidade Federal  do Pará (2004). Especialização em áreas de desenvolvimento da Amazônia pelo Núcleo de altos Estudos Amazônicos NAEA/UFPA (2008).Mestrado em História Social da Amazônia-UFPA (2011). Doutorado em História Social da Amazônia-UFPA (2016). Foi professora substituta da Escola de Aplicação da Universidade Federal do Pará (2008-2010). Atualmente é professora do Instituto Federal do Maranhão-IFMA. Tem experiência na área de História. Atuando principalmente nos seguintes temas: Cinema, Ensino e Gamificação, RPG, História Cultural, História da Amazônia e Recepção cinematográfica.


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IV SEMANA DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA / CICLO DE ENTREVISTAS >> PERE PETIT

IV SEMANA DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA

CICLO DE ENTREVISTAS

DIA 25/10 – PERE PETIT / Ramon de Baños, um pioneiro do cinema
catalão em Belém do Pará nos tempos da borracha  (1911-1913)

PERE PETIT Possui graduação em Geografia e História – Universitat de Barcelona (1987); mestrado em História de América Contemporânea – Universidad Central de Venezuela (1995), doutorado em História Econômica – Universidade de São Paulo (1998), pós-doutorado Universidad de Salamanca- Espanha (2005). Professor Titular da Faculdade de História da Universidade Federal do Pará, tem experiência na área de História, com ênfase em História Contemporânea do Brasil e América Latina, atuando principalmente nas seguintes áreas: história regional e local do Estado do Pará, história política, econômica, social e cultural da Amazônia, história do tempo presente e história oral.

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IV SEMANA DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA – NOSSA JANELA PARA O MUNDO

IV SEMANA DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA

Criado pela UNESCO em 2004, o “Dia Mundial de Preservação do Patrimônio Audiovisual” é uma data simbólica para a importância da salvaguarda, conservação e difusão de arquivos fílmicos para que as futuras gerações possam ter acesso a imagens de tempos passados. Os arquivos de filmes, nesse sentido, passam a ser a “memória do mundo” e os governos e a sociedade civil responsáveis por preservar seus arquivos fílmicos, sejam eles artísticos, comerciais, documentais ou, até mesmo, domésticos. O dia 27 de outubro é o Dia Mundial do Patrimônio Audiovisual, uma data para chamar a atenção para a necessidade de se adotar medidas que estimulem e implementem programas de conservação dos arquivos audiovisuais no mundo inteiro, e para discutir a importância dos arquivos fílmicos para a construção da identidade cultural das nações.

A Semana da do Patrimônio Audiovisual da Amazônia surgiu como iniciativa do projeto Cinemateca Paraense para difundir e discutir com a sociedade as práticas e experiências em preservação, conservação e comunicação em arquivos de filmes. Em sua quarta edição apresenta um ciclo de entrevistas mediadas pelo curador e idealizador do projeto, o professor e pesquisador Ramiro Quaresma.  Serão cinco entrevistas com pesquisadores e realizadores que contribuíram para o reconhecimento da importância do cinema e do audiovisual na construção de um patrimônio de imagens e sons no Pará e na Amazônia, montando uma linha do tempo do cinema e audiovisual no estado do Pará. Entre os dias 25 e 29 de Outubro de 2021 serão publicadas no site (cinematecaparaense.org) e nas redes sociais da Cinemateca Paraense entrevistas com os pesquisadores Pere Petit, Eva Carneiro e Advaldo Castro e com os realizadores Chico Carneiro e Moisés Magalhães. 

O professor e pesquisador Pere Petit é o autor do artigo artigo “Ramon de Baños, um pioneiro do cinema catalão em Belém do Pará nos tempos da borracha (1911-1913)” que fala sobre suas descobertas dos primórdios da exibição e realização de filmes em nossa cidade no início do século XX. Eva Carneiro na tese “OS ESPECTADORES: história, sociabilidade e cinema em Belém do Pará na década de 1950” descreve a formação do nosso primeiro cineclube, formado por nomes como Benedito Nunes, Max Martins, Ruy Barata e Mário Faustino.  O realizador dos primeiros longas-metragens paraenses é o tema da dissertação “O cinema ficcional de Líbero Luxardo” , do professor e pesquisador Advaldo Castro, sobre a qual discutimos em entrevista.

Os realizadores Chico Carneiro e Moisés Magalhães são entrevistados para a Semana e falam sobre suas trajetórias cinematográficas. Chico Carneiro iniciou sua carreira nos anos 1960 realizando curtas de ficção e documentários, fez carreira no cinema de Moçambique e nos anos 2000 retorna a Amazônia para realizar um ciclo de documentários que registram os rios e os homens da floresta. Moisés Magalhães participou da fundação do CRAVA (Centro de Referência Audiovisual da Amazônia) nos anos 1980, fez parte da equipe técnica de vários filmes do período e realizou em 1991 o curta-metragem “Carro dos Milagres” e em 1998 da série “Lendas Amazônicas”.

O tema da “IV Semana do Patrimônio Audiovisual da Amazônia” da Cinemateca Paraense, com mediação de Ramiro Quaresma e coordenação e pesquisa de Deyse Marinho, tem como tema “Nossa Janela para o Mundo”, seguindo a proposta do Dia Mundial do Patrimônio Audiovisual – 27 de outubro – uma iniciativa fundamental para a UNESCO e o Conselho Coordenador das Associações de Arquivos Audiovisuais (CCAAA) para homenagear profissionais de preservação audiovisual e instituições que salvaguardam nosso patrimônio para as gerações futuras. Em seu manifesto para a edição de 2021 diz que: “Os materiais audiovisuais podem contar sua história, sua verdade e sua presença. Eles fornecem uma janela para o mundo , permitindo-nos observar eventos aos quais não podemos comparecer, ouvir vozes do passado que não podem mais falar e criar histórias que informam e divertem. O conteúdo audiovisual desempenha um papel cada vez mais vital em nossas vidas, à medida que buscamos entender o mundo e nos envolver com a sociedade.”

SERVIÇO:

IV SEMANA DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA

Nossa janela para o mundo

25 a 29 de Outubro de 2021

Onde:

cinematecaparaense.org

https://www.instagram.com/cinematecaparaense/

https://www.facebook.com/cinematecapara

Cinemateca Paraense no Youtube.

PROGRAMAÇÃO

Dia 25/10

Pere Petit / Ramon de Baños,  um pioneiro do cinema catalão em Belém do Pará nos tempos da borracha (1911-1913)

Dia 26/10

Eva Carneiro / Os Espectadores: história, sociabilidade e cinema em Belém do Pará na década de 1950

Dia 27/10

Advaldo Castro / O cinema ficcional de Líbero Luxardo

Dia 28/10

Chico Carneiro / Memórias cinematográficas na Amazônia

Dia 29/10

Moisés Magalhães / Cinema paraense nos anos 1980 e 1990: milagres e lendas

Filme do Mês// Agosto – 2021 “Cadê o verde que estava aqui?” (2004) de Biratan Porto

FILME DO MÊS / AGOSTO//2021

CADÊ O VERDE QUE ESTAVA AQUI (2004) de Biratan Porto.

Em Cadê o verde que estava aqui (2004), de Biratan Porto, a questão ambiental é o tema principal: a natureza se volta contra o homem, retirando todo o verde de uma cidade fictícia, onde a política é conivente com uma economia predatória que destrói a cobertura verde da cidade e a população paga o preço pelo descaso. O arco-íris sem a cor verde é uma metáfora fantástica e simbólica ao caos ambiental, obviamente destinada ao público infantil mas que não se restringe a esse público. A questão é resolvida por uma entidade mágica e pelo plantio de novas árvores. 

Segundo Biratan (2021): 

“A ideia de fazer a animação nasceu junto com a publicação do livro Cadê o Verde que estava aqui? Dentro do projeto que encaminhamos para o edital de cultura do Banco da Amazônia. A própria história do livro nos animou a fazer uma animação.”

Sobre a produção da animação continua:  

“A Central de Produção, dirigida pela Márcia Macêdo foi contratada, depois que o projeto foi aprovado no edital do Banco da Amazônia, para produzir a animação. Contratamos a equipe da AnimaGraphic e em 8 meses concluímos a animação. Fiz o roteiro e direção. O ano de produção foi 2004.”

Biratan é um chargista muito conhecido em Belém e essa foi sua primeira incursão audiovisual, e uma das primeiras animações paraenses, e fez parte de algumas mostras de cinema infantil regionais e nacionais. Uma base literária, o livro do próprio Biratan, com temática relativa à preservação do meio-ambiente e a práticas sustentáveis fortaleceu a estratégia de captação de recursos da animação e seus desdobramentos educativos e pedagógicos :

“o DVD da animação foi lançado em 2004. Projetamos em várias salas: auditório do Banco da Amazônia, sala de exibição do Centur, inúmeras escolas de bairro da cidade de Belém e Interior. E na participação única em festival, foi premiado em segundo lugar no Festival Nacional AnimaSerra, no Rio de Janeiro. Creio que em 2005.”

A animação em 3D, uma grande novidade na época, reconfigurou o traço de cartum do Biratan e foi uma opção arriscada para a finalização da animação, e demandou uma especialidade em CGI que Belém ainda estava dando os primeiros passos. Diferente das outras animações do início dos anos 2000 que foram realizadas com as Bolsas de Experimentação do antigo Instituto de Artes do Pará, Cadê o verde que estava aqui? foi financiado com a Lei Rouanet, com patrocínio do Banco da Amazônia, para a produção e realização, e com a Lei Semear para a divulgação, com patrocínio da Amazônia Celular. 

FICHA TÉCNICA

CADÊ o verde que estava aqui. Direção e Roteiro: Biratan Porto. Produtora: Central de produção. Produção executiva: Márcia Macêdo. Produção: Luciana Martins. Coordenação técnica: Nonato Moreira. Trilha sonora: Luis Pardal. Animação: Animagraphic. Elenco: (vozes) Estar Sá, Ailson Braga, Adriano Barroso, André Mardock, Mário Filé, Marina Paz Barroso. Belém. 11 min. Cor. Son. Animação em 3D. Realizado com recurso da Lei Semear / Governo do Pará.

FRAMES

I Seminário Internacional de Acervos Audiovisuais Regionais | Semana Amilar Alves 2021

A preservação do patrimônio audiovisual local é um tema de grande importância social, política, histórica e cultural. Com mobilização de diversos setores da sociedade civil e do poder público, em 2019 foi elaborado um projeto para restauro de parte do acervo do Museu da Imagem e do Som de Campinas.

O chamado “Plano de Gestão de Riscos e Restauro do Acervo Campineiro do MIS-Campinas” foi contemplado em Edital do Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (ProAC) e abrange em 2021, além do restauro em si, o Seminário Internacional Preservação de Acervos Audiovisuais Regionais, que ocorrerá nos dias 28 e 29/04/2021, de forma remota. 

O evento conta com o Apoio do Centro de Análise do Cinema e do Audiovisual (CENA), através da profa. Dra. Alessandra Meleiro, coorganizadora do evento, juntamente com Rafael de Luna Freire e Ramiro Quaresma.

O objetivo do Seminário é compartilhar experiências, refletir sobre dificuldades comuns e planejar ações conjuntas e colaborativas no âmbito de iniciativas de preservação de acervos audiovisuais regionais.

Serão abordados tópicos como Metodologias e estabelecimento de fluxos de trabalho, Relação com os poderes públicos e alternativas de captação de recursos, Formação e atualização de pessoal, Estratégias de difusão e conscientização, Aquisição e manutenção de equipamentos e insumos, Fomento à pesquisa e parcerias com instituições de ensino, e Dilemas para continuidade e prosseguimento dos projetos.

Programação

28 de abril de 2021

13h15

ABERTURA

Alexandre Sônego (MIS Campinas) e Danilo Dias de Freitas (CTAv Campinas)

13h30

Deputado Federal Tadeu Alencar (Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Cinema e Audiovisual Brasileiros)

14h00

MESA Criando pontes entre acervos regionais

Albertina Malta (Fundação Joaquim Nabuco-PE), Alessandra Brum (UFJF), Débora Butruce (ABPA) e Ramiro Quaresma (Cinemateca Paraense).

Mediação: Ramiro Rodrigues (Semana Amilar Alves e ICine)

15h30 – PALESTRA New Buildings, New Pathways: Towards Dynamic Archives in Latin America and The Caribbean, com Juana Suarez (MIAP – New York University)

(com tradução simultânea em português)

Debatedor: Rafael de Luna Freire (UFF)

Apresentador: Ramiro Rodrigues (Semana Amilar Alves e ICine)

29 de abril de 2021

13h às 14h30

Masterclass com Tobias Golodnoff “USE = VALUE”

(com tradução simultânea em português)

CEO da FASTFORWARD – Empresa dinamarquesa de digitalização de acervos cinematográficos, responsável pela digitalização dos acervos das emissoras BBC, SVT, RTÈ, TVR, NISV, NFSA, e de mais de 420.000 horas de conteúdo da Danish Broadcasting Corporation. Secretário Geral da The International Federation of Television Archives (FIAT / IFTA)

Mediação: Alessandra Meleiro (Cena/UFSCar e IC – Instituto das Indústrias Criativas)

Filme do Mês// Abril – 2021 “Acalmia” (2010) de Ana Lobato e Danilo Bracchi

“Acalmia” é nosso registro mais antigo de uma videodança em nosso acervo. A obra é uma parceria entre a cineasta Ana Lobato (in memorian) e o bailarino e coreógrafo Danilo Bracchi. Fazemos uma dupla homenagem com este nosso Filme do mês, para Ana Lobato, professora do curso de Cinema Audiovisual/UFPA e pesquisadora do cinema paraense, que há um ano nos deixou e para o Dia Internacional da Dança (29 de Abril).

ACALMIA. Direção: Ana Lobato. Coreografia e performance: Danilo Bracchi. Direção de fotografia: Marcelo Rodrigues. Edição: Ana Lobato, Nando Lima. Desenho de som: Leo Bitar. Still: Márcio Levy. 2010. Belém-PA.

Sinopse: O corpo ora é acolhido pelo mar, se movimenta no seu balanço, expande e transforma o impulso que recebe, ora se move em sentidos e intensidades distintos dos produzidos pelo fluxo da maré, numa espécie de embate propulsor.

Mostra de Cinema Histórias do Brasil Profundo

Mostra de Cinema Histórias do Brasil Profundo

Imagens do N e do CO no cinema brasileiro / 27/03/2021 – 15h

Ramiro Quaresma (Cinemateca Paraense) é Doutorando em Artes/ Cinema EBA-PPGArtes – UFMG (2019). Curador e pesquisador do cinema paraense com ênfase em preservação do patrimônio audiovisual. Mestre em artes pelo PPGArtes-ICA-UFPA e formado em Comunicação Social – UNAMA. Idealizou há 10 anos o site Cinemateca Paraense (cinematecaparaense.org).

Luiz Carlos de Oliveira Borges (UFMT) é mato-grossense, Graduado em Administração de Empresas na Machado Sobrinho, em Juiz de Fora, MG, mestre em cinema pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, doutorando no Programa de Pós Graduação em Sociedade, Desenvolvimento, Cooperação Internacional do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinar da Universidade de Brasília. É produtor de eventos, curtas e cine-clubes. Idealizador, produtor e curador do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá que se encontra em sua 20ª edição.