cinema paraense

AMAZÔNIA OCULTA

O que sabemos até agora sobre a série ficcional de Roger Elarrat, realizada em 2019 em Belém, retiramos do Facebook do realizador. Sobre a pré-produção Roger diz:

Essa é uma série que é produzida e será filmada no Pará. Eu cheguei a perguntar por atores que moram fora daqui mas que estarão aqui em julho para serem também considerados no casting. Não temos previsão orçamentária de passagem, hospedagem, etc para elenco de fora. Da mesma forma, queremos priorizar elenco amazônico que tem poucas oportunidades no meio, além das feições, o sotaque etc. Alguns atores que não são paraenses mas que moram aqui também têm participado de testes, mas são pouquíssimos, e os consideramos como elenco local pela logística, avaliamos a possibilidade de alcançarem o sotaque, e se parecem com os atores daqui.

Da esq. para dir: Roger Elarrat, direitor e roteirista, Lucas Escócio, Fotografia, e Felipe Braun, Produção.

Com roteiro do próprio Roger a série terá 5 episódios com três estórias em cada.

Os títulos dos 15 contos da série Amazônia Oculta, de acordo com o realizador são:

– O Escafandro e a Cabana
– O Duplo
– Cyber Kayapó
– A Entidade
– Eco
– O Filtro dos Sonhos
– O Símbolo Amarelo
– Abissal
– O Espelho
– A Estrela
– Eterno Retorno
– O véu
– Buraco Negro
– A Máscara
– Ilusão

Frames da série compartilhados dão uma ideia sobre o visual da série.

Roger também compartilhou uma série de curiosidades sobre a produção de Amazônia Oculta:

Algumas curiosidades da série:

– filmando em 3 semanas, as 15 histórias precisaram de um planejamento muito preciso porque praticamente todo dia era uma locação nova e não podia cair cena pro dia seguinte.
– acho que foi o projeto que fiz com o maior número de atores envolvidos.
– teve profissional que tava trabalhando ao meu lado pela quarta vez. Vários outros era terceira vez!
– terror, suspense… mas nada de Matinta, Boto ou Iara.
– tivemos uma equipe de efeitos práticos só de profissionais locais: fumaça, língua de monstro, sangue, tripas, gangrena, ácido, fogo, corpo mumificado e muito mais foi feito por eles. Um sonho né?
– fotografia ficou impressionante, mesmo com recursos simples e até “oldschool” às vezes.
– Rodamos em 4K
– tem tanto histórias de mata, de rio, quanto histórias da Amazônia Urbana.
– tivemos alguns nus tanto femininos quanto masculinos.
– alguns contos da série tiveram estilos de direção bem distintos uns dos outros: um foi só planos sequência e câmera na mão, outro só câmera parada, outro só dutch angle, outro cheio de plongé e contra-plongé e por aí vai.
– teve elenco mirim e atriz de 96 anos!
– aliás uma atriz de 14 anos foi uma das que mais surpreendeu. Vem aí mais uma descoberta nossa!
– vários elementos da minha assinatura estão presentes mais uma vez: carrinho de raspa-raspa, máscaras, duplo, cenas à luz de velas, encruzilhada, temas sombrios, café. 

Mais curiosidades da produção da série Amazônia Oculta, filmada em julho de 2019:

– Na última semana de pré-produção rolou uma dança das cadeiras no elenco. Gente caiu, gente trocou de personagem, trocou passagem de avião e gente mostrou serviço pra ficar na série. Ismara (primeira assist. de direção) tava uma general irredutível no cronograma pra tudo dar certo.

– Uma das locações só foi decidida na véspera da filmagem. Olha que normalmente é tudo fechado com semanas de antecedência para toda a papelada, logística e decisões artísticas poderem ser encaminhadas a tempo. Não sei que mágica a Luana com a produção e a direção de arte fizeram, mas deu tudo certo nesse dia. Inclusive, segundo Maurício (o continuísta), rodamos mais de 40 planos, informação que tentaram me esconder para não dar muita confiança.

– Sempre imaginei que filmar com bicho seria muito sofrido, mas tivemos um cachorro ator que era um lorde inglês, além de muito fotogênico.

– Em um dos dias da ilha do combu a mágica do cinema aconteceu: o gerador quase cai do barco e acabou que não pudemos usar 80% do equipamento de luz planejado. Resultado: uma grande improvisação do Lucas (fotógrafo). Tive que entrar no clima e improvisar também com elenco e planificação de cenas. Joguei meu tablet com diagraminhas de lado e fui no embalo. Jazz.

– Um dos dias teve filmagens em um porão cheio de morcegos. Feri minha cabeça, um dos atores feriu a cabeça e a atriz principal cortou a mão (em cena!) e ainda rodou mais uns 3 planos com a mão sangrando.

– Quando chegamos ao Bosque Rodrigues Alves era dia de eclipse + lua cheia. A cidade foi tomada por uma tempestade e o bosque alagou, ficou um breu. Só se via os raios no céu. Todo mundo se escondeu e o pessoal que trabalhava lá se impressionava que eu era o único andando de um lado pro outro no meio das trilhas. Diziam que era cheio de visagem por lá, mas eu só pensava nas minhas cenas que tinham caído. Até voz do além foi escutada no rádio nessa noite.

– Fiz um stand in em uma cena de figuração saindo de dentro do corpo de um homem/monstro. Era só pra mostrar como queria, mas a equipe de foto me filmou e por sorte não virei meme (ainda).

– Lucas teve cara branca no dia que filmamos em um barco, mas por sorte já estávamos nos últimos dias de filmagens.

– 14 personagens morrem ao longo da série e mais uns tantos outros morreram pouco antes das tramas começarem ou podem morrer pouco depois das histórias terminarem.

– 10 personagens tiveram caracterização que precisavam que os atores usassem algum tipo de figurino especial (roupa de monstro/ robô/ visagem, máscara etc.)

Fonte: Facebook do realizador

Filme do mês // Out.2015 – ERNANI CHAVES – ALÉM DO MURO de Darcel Andrade

Uma homenagem  ao professor e cineasta Darcel Andrade, o filme do mês é um documentário em forma de diálogo entre o realizador e o filósofo Ernani Chaves que narra um percurso histórico, filosófico e poético por Berlim.

Título “Ernani Chaves Além do Muro __ Memórias de um Filósofo em uma Alemanha de mudanças”, Documentário, Produção: Uni Escolas Cinema. Diretor/ Produtor: Darcel Andrade.  Roteirista: Ernani Chaves. Editor/montador: Sávio Palheta. Diretor/músico: Artista de Rua em Berlim. País, Região, Estado de Origem: Brasil e Alemanha. Ano de Produção: 2013. Duração:
33 min.

SINOPSE:
“Ernani Chaves – Além do Muro: Memórias de um Filósofo em uma Alemanha de Mudanças”, gravado em Berlim em janeiro de 2013, na oportunidade em que este filósofo brasileiro, nascido na cidade de Soure, Ilha do Marajó, Pará, Amazônia, completa 25 anos de pesquisa Foucoaultiana na Europa e Brasil, dialogando com Walter Benjamim e Nietzsche. O filme fez uma pré-estreia na programação de lançamento do livro ‘Michel Foucault e a Verdade Cínica’, em novembro do mesmo ano em Belém, com a participação de uma seleta plateia de pesquisadores, fãs e críticos de cinema. O filme é um encontro de duas percepções que se complementam como pintura e moldura na harmonia de um diálogo entre o protagonista Ernani Chaves e o diretor e produtor Darcel Andrade. O primeiro é narratário que descreve Berlim a sete graus abaixo de zero e que serviu de cenário com seus personagens históricos na lembrança de filmes clássicos como ‘Asas do Desejo’, ‘O Céu sobre Berlim’ e outros, os quais revelam uma Alemanha de transformações, alvo do pensamento de filósofos contemporâneos e cineastas, sendo Wim Wenders um deles; o segundo é um realizador audacioso e aprendiz que faz do seu cinema instrumento de conteúdos com temáticas sociais ao utilizar uma simples hand cam, e consegue captar os nobres sentimentos do filósofo e sua relação afetiva com a cidade de Berlim. As memórias aqui reveladas, são materializadas com vozes e inserções de clássicos do cinema mundial.

Sobre o realizador

photoDarcel Andrade

Doutoramento em Antropologia na Universidade Técnica de Lisboa, com estudos específicos em Migrações Transnacionais, Desigualdades e Cidadania, Poder, Cultura e Identidades, Modelos de Desenvolvimento Econômico, Métodos Qualitativos em Pesquisa, Projetos de Pesquisa; na mesma Universidade, é colaborador das linhas de pesquisa em Mobilidade, Cidadania e Desenvolvimento – do Laboratório de Pesquisa MobCid, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Polítcas – ISCSP/UTL; No Brasil, Doutoramento como Aluno Especial nas disciplinas de Antropologia Social e do Desenvolvimento e Gestão Ambiental pelo Núcleo de Estudos Avançados da Amazônia da Universidade Federal do Pará – NAEA/UFPA; Na mesma Universidade, Doutoramento como Aluno Especial nas Disciplinas Análise do Discurso Narrativo e Linguagem e Interpretação: uma introdução ao projeto teórico de Clifford Geertz no Instituto de Filosofia e Antropologia; Mestrado em Educação na Linha de Pesquisa Saberes Culturais e Educacionais da Amazônia, pela Universidade do Estado do Pará – UEPA; tem três Especializações: SEMIÓTICA E CULTURA VISUAL – UFPA; DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC Minas; e RECURSOS HUMANOS EM EDUCAÇÃO pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE; graduação em EDUCAÇÃO ARTÍSTICA, com habilitação em Artes Plásticas e Licenciaturas Plena e Curta, pela Universidade Federal do Pará. Atuou como docente da Escola Superior Madre Celeste – ESMAC; Atualmente é colaborador do Grupo de Pesquisa Cultura e Memórias Amazônicas da Universidade do Estado do Pará – CUMA/ UEPA, e Coordenador Executivo do Projeto de Educação Audiovisual e Extensão Cineclubista Uni Escolas Cênicas de Teatro e Cinema, da mesma Universidade, Capus Vigia de Nazaré; faz parte do Grupo de Pesquisa em Educação Rural da Amazônia – GEPERUAZ – UFPA e realiza projetos de formação no Núcleo de Educação Popular Paulo Freire; é docente de Instituições do Ensino Superior – IES dos Estados do Pará e Paraná, onde ministra as disciplinas de Metodologia de Pesquisa, Didática, Ética e Humanizaçã; tem experiência na área de cinema e teatro com prêmos nacionais e regionais; é produtor independente de filmes de caráter socioeducacional, documentário e ficção, com temas do imaginário do homem amazônico, rural e urbano, com foco antropológico e educacional em escolas e comunidades. Estuda Linguagem audiovisual; saberes do homem marajoara no Museu do Marajó, Amazônia Brasil. Mais, verificar no endereço: http://www.uniescolascinema.blogspot.com

Toró – 1º Festival Audiovisual Universitário de Belém

10940613_1923502874540777_8789217935654538998_nO Toró – 1º Festival Audiovisual Universitário de Belém é voltado para a produção audiovisual de estudantes universitários e alunos de escolas de cinema e audiovisual. Tem como objetivo a difusão de obras audiovisuais realizadas no meio acadêmico do país, permitindo acompanhar o que vem sendo produzido atualmente. O festival abrangerá diversas categorias – documentário, ficção, experimental, animação, videoclipe, videodança e webfilme – a fim de contemplar a diversidade de formatos presentes na produção audiovisual contemporânea, em permanente processo de expansão.

O 1º Toró acontecerá de 24 a 29 de novembro de 2015, no Centro Cultural Sesc Boulevard, e contará com mostra competitiva, mostrasparalelas, oficinas e workshops na área de cinema e audiovisual. Ocorrerão, também, mostras itinerantes através de parcerias com coletivos existentes nos diversos bairros da cidade de Belém, em que serão exibidos os filmes realizados pelo NUPA, filmes premiados em outros festivais universitários, e os filmes vencedores do festival.

O festival é uma realização do Núcleo de Produção Audiovisual – NUPA, projeto de extensão criado em 2011, no âmbito do Curso de Cinema e Audiovisual, da Universidade Federal do Pará, em parceria com o Sesc Boulevard. Nesta nova etapa, o projeto se concentra na fase de difusão das obras audiovisuais, através da realização da primeira edição do Toró, que exibirá uma parcela produções audiovisuais representativas do que vem sendo realizado pelos estudantes universitários do país.

12246961_1939539292937135_4641646937605291073_nPROGRAMAÇÃO

TERÇA-FEIRA (24/11/2015)

18h – ABERTURA DO FESTIVAL

19h – SESSÃO DE FICÇÃO
– Tejo Mar (2013) de Bernard Lessa / Ficção / 21′ / Rio de Janeiro-RJ / UFF
– Paixão Nacional (2015) de Jandir Santin / Ficção / 17’17’’ / Curitiba-PR / FAP-UNESPAR
– Entre Nós (2015) de Maciel Fischer / Ficção / 15’41” / Pelotas-RS / UFPEL
– MIMIMI (2015) de José Maria Pinheiro de Souza Neto / Ficção / 07’27” / Belém-PA / UNAMA
– Uma bolha no pé esquerdo de Nina (2015) de Rodrigo Faustini / Ficção / 20′ / Campinas-SP / UNICAMP

QUARTA-FEIRA (25/11/2015)

15h – SESSÃO DE VIDEOCLIPE E ANIMAÇÃO
VIDEOCLIPE
– Maraú – Ter Mar (2015) de Gabriella Barros / Videoclipe / 3’35” / Belém-PA / UNAMA
– Reaching for the moon (2015) de Laís Rupf / Videoclipe / 2’27” / Belém-PA / UFPA
– Eu Quero Cerveja (2014) de Woltaire Masaki / Videoclipe / 4’47” / Belém-PA / UFPA
– Oswald Canibal – Henry Burnett (2014) de Rodolfo Pereira / Videoclipe / 5’16” / Belém-PA / UFPA
– Redenção – Álibi de Orfeu (2014) de Yasmin Pires / Videoclipe / 5’10” / Belém-PA / UFPA
– Born to Be – What I Feel (2015) de José Maria Neto / Videoclipe / 03’50” / Belém-PA / UNAMA
– Fuja de si (2015) de Ediago Quincó / Videoclipe / 03’24” / BELEM-PA / UNAMA

ANIMAÇÃO:
– Mulher do Táxi (2015) de Angela Carolina Matos Rodrigues; Erick Stephan Freitas da Silva; Watson de Sousa Costa Junior / Animação / 04’35” / Belém-PA / FAPEN
– Nosferatu Stop Motion (2015) de Victória Costa e Yasmin Pires / Animação / 03’01” / Belém-PA / UFPA
– ME? (2015) de Rafael Dayon / Animação / 01’14” / Caruaru-PE / UFPE
– Metamorfose (2014) de Ana Cláudia Miranda, Jéssyca Cordeiro, Juraci Macino, Lorena Campos, Marina Santos, Shirley Vanzeler / Animação / 01’24” / Belém-Pa / UEPA
– O Diário de uma terra chamuscada (2015) de Vinícius Angelus / Animação / 3’48” / João Pessoa-PB / UFPB
– Home sweet Home (2014) de Caled Garcês / Animação / 01’25” / Belém-PA/ UFPA

16h – SESSÃO DE WEBFILME E VIDEODANÇA
WEBFILME:
– Plácido (2014) de José Maria Pinheiro de Souza Neto / Webfilme / 2’57” / Belém-PA / UNAMA
– 2101 (2015) de José Maria Pinheiro de Souza Neto /Webfilme / 4’29” / Belém-PA / UNAMA
– Bula (2015) de Robson Reginato / Webfilme / 8′ / Curitiba-PR / Colégio Estadual do Paraná

VIDEODANÇA:
– A Que Chamamos Aurora (2014) de Gabriela Burck / Videodança / 05’36” / Porto Alegre-RS / UNISINOS
– Rebuçado (2015) de Felipe Cortez e Danilo Bracchi / Videodança / 07’50” / Belém-PA / IESAM/Estácio

17h – SESSÃO DE DOCUMENTÁRIO
– De que lado me olhas (2014) de Carolina de Azevedo e Elena Sassi / Documentário / 15′ / Porto Alegre-RS / UNISINOS
– Habita-me se em ti transito (2014) de Claudia Rangel / Documentário / 22′ / Juiz de Fora-MG / UFJF
– Invisível (2015) de Diego de Jesus / Documentário / 23′ / Caricica-ES / UFES
– Tocando Meu Destino (2015) de Dandi Queiroz; Juka Morgado / Documentário / 14’57” / São Vicente-SP / Centro Universitário Monte Serrat – UNIMONTE
19h – SESSAO DE FICÇAO
– Outono Celeste (2015) de Iuri Minfroy / Ficção / 11’25” / Pelotas-RS / UFPEL
– Nua por Dentro do Couro (2014) de Lucas Sá / Ficção / 21′ / São Luís-MA e Pelotas-RS / UFPEL – Universidade Federal de Pelotas
– Guia Prático Para Escolher O Sofá Dos Seus Sonhos (2014) de Marcelo Engster / Ficção / 14′ / Rio de Janeiro-RJ / Escola de Cinema Darcy Ribeiro
– DOIS LADOS (2015) de Cesar Bournier / Ficção / 28’14” / Rio De Janeiro-RJ / Escola De Cinema Darcy Ribeiro

QUINTA-FEIRA (26/11/2015)

15h – SESSÃO EXPERIMENTAL
– Teia Engole Aranha (2015) de Camila Albrecht e Takeo Ito / Experimental / 20′ / Pelotas-RS / UFPEL
– Quarteirão (2015) de Bethânia Salgado / Experimental / 5’09” / Belém-PA / UFPA
– CORÇO (2015) de Rafael Vascon / Experimental / 07′ / Recife-PE / UFPE
– As Paredes Invisíveis (2015) de Rodrigo Hubert Leme / Experimental / 8’42” / Niterói-RJ / UFF
– A Bicicleta de Kant (2015) de L. H. Girarde / Experimental / 08′ / Vitória da Conquista-BA / UESB
– Parassonia (2014) de João Marciano Neto / Experimental / 05:’55” / São Félix-BA / UFRB
– Homorragia (2015) de Lorena Arouche / Experimental / 7′ / Recife-PE / UFPE
– Maria das Aguas (2015) de Bruno Vinelli / Experimental / 6′ / João Pessoa-PB / UFPB
– Tá em casa (2015) de Raphael Duque e Dime França / Experimental / 7’10” / Belém-PA / UFPA
– Sentimentalidade Trivial (2015) de Coletivo 2Lados / Experimental / 02’58” / Belém-PA / UNAMA
– Baixo-ventre (2015) de Bárbara Pastana e Luisa Brasil / Experimental / 03’22” / Belém-PA / Estácio Belém

17h – SESSÃO DE DOCUMENTÁRIO
– Madrepérola (2014) de Deise Hauenstein / Documentário / 14’55” / São Leopoldo-RS / UNISINOS
– Sobre Rodas (2015) de Beatriz Santos; Walteer Henri / Documentário / 15′ / São Vicente-SP / Centro Universitário Monte Serrat – UNIMONTE, Santos (SP)
– A Lama e o Sal – conhecimento e conflito na RESEX Mocapajuba (2015) de Halden Monteiro, Líria do Vale e Marcelo Tavares / Documentário / 18’28” / Belém-PA / UFPA
– Transformações (2015) de Paulo Corrêa / Documentário / 08’17” / São Vicente-SP / Centro Universitário Monte Serrat – UNIMONTE, em Santos
– Sob os Pés (2015) de Juliana Segóvia e Neriely Dantas / Documentário / 20′ / Cuiabá-MT / UFMT

SEXTA-FEIRA (27/11/2015)


17h – SESSÃO DE DOCUMENTÁRIO
– Sêo Inácio (ou O cinema do imaginário) (2014) de Helio Ronyvon / Documentário / 13’29” / Natal-RN / UFRN
– O Muro é o Meio (2014) de Eudaldo Monção Jr. / Documentário / 15’15” / Aracaju-SE / UFS
– O dia que ele decidiu sair (2015) de Thamires Vieira / Documentário / 17′ / Salvador-BA / UFRB
– DALVA (2015) de Joel Schoenrock / Documentário / 17′ / Curitiba-PR / Unespar campus II FAP
– Todos os Sentidos (2015) de Fabrício Alves / Documentário / 19’11” / Fortaleza-CE / UFC

19h – SESSÃO DE FICÇÃO
– Fio-terra (2015) de Ian Capillé / Ficção / 19′ / Rio de Janeiro-RJ / UFF
– O Porão (2014) de Lucas Furtado / Ficção / 15′ / Porto Alegre-RS / UNISINOS
– Resumen (2015) de Mauricio Ferreira / Ficção / 10′ / Foz do Iguaçu-PR / UNILA
– Elegia (2015) de Mariana Costa / Ficção / 13′ / Juiz de Fora-MG / UFJF
– Muriel (2015) de Vanessa Cavalcante / Ficção / 18′ / Fortaleza-CE / UFC

SÁBADO (28/11/2015)
19h PREMIAÇÃO DAS CATEGORIAS COMPETITIVAS E MENÇAO HONROSA

DOMINGO (29/11/2015)
10h – MOSTRA DOS FILMES PREMIADOS DE CADA CATEGORIA

SERVIÇO:
TORÓ – 1° FESTIVAL AUDIOVISUAL UNIVERSITÁRIO DE BELÉM
Data: 24 a 29 de Novembro de 2015
Local: Sesc Boulevard (Avenida Boulevard Castilho França, 522/523 – em frente a Estação das Docas)
ENTRADA FRANCA

Fonte: http://nupaufpa.wix.com/festivaltoro

Filme do mês // Jul.2015 – RÁDIO 2000 de Érik Lopes

Rádio 2000, 2013, de Érik Lopes

ENTREVISTA COM O REALIZADOR ÉRIK LOPES

Como surgiu a ideia de documentar esse período específico do Rock Paraense?

Surgiu por perceber a influência que as bandas desse período tiveram na música paraense, acho que não só no rock, de hoje. Mais de 10 anos depois, muita coisa mudou no cenário, outras nem tanto. Mas dava pra perceber que quem movimenta o cenário de rock hoje na cidade estava começando naquele período, ou então só assistindo a tudo aquilo, como público. E o público que começa a conhecer hoje o cenário acabava não sabendo do que havia existido antes, sendo que foi tudo bastante essencial pra pavimentar o caminho de hoje. Daí surgiu a ideia de fazer esse registro. Ouvir os depoimentos que o pessoal da época podia já conhecer, mas que estavam sendo perdidos no tempo, porque boa parte das bandas já acabaram e algumas pessoas já se desligaram da música hoje.

Qual os referenciais pra pesquisa e os arquivos audiovisuais consultados para montar esse trajetória?

Divulgação

Nós consultamos o acervo da TV Cultura, que promovia bastante as bandas de rock nesse período. Suzana Flag, Eletrola e Stereoscope, as três bandas mais focadas no documentário, sempre estavam na programação da TV e da rádio Cultura, ou nos festivais promovidos por eles. Além disso também vasculhamos o acervo pessoal do Elder Effe, que era do Suzana Flag na época. Ele foi uma das pessoas que mais acumulou material nesse período. Qual foi o processo de produção, a equipe técnica, apoiadores? O projeto foi financiado pelo Instituto de Artes do Pará, por meio da Bolsa de Criação e Experimentação de 2013. O recurso foi essencial para realizar tudo, mas era restrito, então trabalhamos com uma equipe bem reduzida. Eu trabalhei na Direção e edição, o Zek Nascimento na produção, e tínhamos a Karina Menezes e Monique Malcher no roteiro e, depois, na assessoria de imprensa. A pesquisa foi realizada pelos 4 da equipe, já coletando material e articulando o roteiro e produção, porque o tempo para entrega do produto final do edital era bem apertado. Esse período de pesquisa e elaboração do roteiro foi o mais demorado, cerca de 3 meses, pra poder otimizar nos outros processos. Filmamos, editamos e finalizamos tudo em mais 3 meses.

Você tem ideia de seguir essa linha de documentário musical, tem muita história pra contar aqui não?

Com certeza ainda tem muito a se contar sobre a música daqui, até pelo bom momento que a música vive. E com certeza também se tem muita coisa antiga importante pra registrar que corre o risco de se perder na história. Eu tenho muita vontade de trabalhar em um documentário sobre o Rock 24 Horas, um festival que acontecia no início dos anos 90, que foi um marco (para o bem e para o mal) na história do rock local, e ainda é um fantasma que assombra quem esteve presente. E Atualmente também estou trabalhando na finalização de um especial de 10 anos do Aeroplano, que é a banda em que toco também. Além disso quero experimentar em documentários em outras áreas fora da música, que é uma coisa que devo pensar para os próximos anos.

FICHA TÉCNICA

Direção, Câmera e Edição ERIK LOPES, Produção ZEX NASCIMENTO, Roteiro e Assessoria de Imprensa MONIQUE MALCHER / KARINA MENEZES.

Tambatajá de Marrí no Cineclube ETDUFPA

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O Cineclube da Escola de Teatro e Dança da UFPA exibe em sua próxima edição o filme “Tambatajá de Marrí” do cineasta paraense Rudá Miranda. O filme foi realizado em 2013 como conclusão de mestrado em Teatro, Filme e TV na California State University Los Angeles. O filme foi rodado no município de Colares (PA) e conta uma história de amor na atmosfera mística do lugar ambientada nos anos 1980.

Com a presença do cineasta o debate após a exibição do filme será uma oportunidade de conhecer os processos de realização em cinema, roteiro, direção de atores e não-atores, direção de arte, música e cenografia.

Com o objetivo de discutir a cinematografia paraense e as confluências entre cinema e as artes cênicas o Cineclube ETDUFPA é coordenado pelo professor Ramiro Quaresma, com a colaboração dos professores Paulo de Tarso e Jorge Torres, e da bolsista Elise Vasconcelos, apoio da Cinemateca Paraense, em uma realização da Escola de Teatro e Dança, Teatro Universitário Cláudio Barradas, Instituto de Ciências da Arte e UFPA.

Data: 25/06/2015
Hora: 18h
Local: Teatro Universitário Cláudio Barradas, localizado na Rua Jerônimo Pimentel, 546 (esquina com D. Romualdo de Seixas) no bairro Umarizal, em Belém.

A entrada é franca com emissão de certificados para os presentes.

Filme do Mês // Set.2014 – “Cenesthesia” de Jorane Castro e Dênio Maués / 1988

Video experimental realizado em 1988, em VHS, uma das obras inaugurais do videoarte no Pará.

Roteiro, Direção e Edição: Jorane Castro, Toni Soares e Dênio Maués

Iluminação e Câmera: Diógenes Leal

Música Original: Toni Soares

Produção: Phungo – Imagens e Trilhas

Apoio Técnico: Diógenes Leal e Januário Guedes

Edição de VT : Tim Penner

Caracteres: Allan Pinheiro e Jaime Filho

Agradecimentos: TV e Rádio Cultura – Toni Soares

Ano de Produção: 1988

Fonte: Cabocla Filmes

Captura de tela 2014-09-17 16.01.06

Primeiro Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA

INSCRIÇÕES ATÉ 17.09.2014 AQUI.

CARTAZ

A direção do Primeiro Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA informa aos realizadores e produtores de cinema que as inscrições encerram na próxima semana, quarta-feira, 17 de setembro de 2014. A (nova) FICHA DE INSCRIÇÃO (resumida) está disponível no LINK: http://ficcafestival.blogspot.com.br/2014/06/braganca-tera-festival-internacional-de.html

A produção do Festival atendeu pedidos dos realizadores interessados e os dispensou da obrigatoriedade de enviar a cópia fiel do filme em DVD devidamente identificada (substituindo-se pelo envio de link para visionamento e download) e do mesmo modo a lista de diálogos do filme (alíneas d” e “e” do ítem II, Artigo 6º do Capítulo IV – Das Inscrições).

Jornada cultural sem fins lucrativos que tende a inverter a lógica do mercado audiovisual para potencializar a liberdade criativa, o I Festival Internacional de Cinema do Caeté, por uma questão de natureza organizacional e por questões de dificuldades de articulações de parcerias sólidas que garantissem recursos para o pagamento dos prêmios em dinheiro, modificou a redação do Capítulo IX (Da premiação), conforme LINK: http://ficcafestival.blogspot.com.br/2014/06/regulamento.html

Anote os contatos do FICCA: EMAILS: ficcacinema@gmail.com / carpinteirodepoesia@gmail.com / TELEFONES: (91) 96 42 20 18 / 88 21 24 19 / BLOG: http://www.ficcafestival.blogspot.com

Workshop CINEMATECA PARAENSE: ESTRATÉGIAS DE PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA AUDIOVISUAL NA WEB

Flyer Workshop Cinemateca W

 

Workshop CINEMATECA PARAENSE: ESTRATÉGIAS DE PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA AUDIOVISUAL NA WEB

 

Resumo: o workshop tem como objetivo difundir as ações do site Cinemateca Paraense, que há 06 anos contribui pra difusão da conservação e salvaguarda de material audiovisual, patrimônio fílmico, documentação, informações textuais (ficha técnica, sinopses, argumentos, roteiros), suportes analógicos e digitais, plataformas audiviosuais na web, wordpress e mídias sociais. Uma imersão no cinema e suas novas formas de manifestação e distribuição do cinema e do audiovisual e as estratégias de preservação da memória audiovisual do estado do Pará em plataforma colaborativa e interativa.
MInistrante: Ramiro Quaresma

Currículo do Ministrante: Docente de Novas Tecnologias – Instituto de Ciências da Arte/UFPA. Mestrando em Artes, PPGARTES-ICA-UFPA, possui graduação em Comunicação Social – hab. Publicidade e Propaganda pela Universidade da Amazônia (1999). Pesquisa arte e tecnologia e suas aplicações em artes visuais e preservação do patrimônio audiovisual. É curador independente/ pesquisador de artes visuais/artemídia e cinema. Idealizou os blogs Xumucuís e Cinemateca Paraense. Contemplado em 2014 no programa Rede Artes Visuais Funarte 10° Edição e em 2013 no Conexões Artes Visuais MINC-Funarte. Idealizou e realizou o I (Oi Futuro), II (Conexão MINC/Funarte/Petrobras) e III (Oi Futuro) Salão Xumucuis de Arte Digital, a exposição Panorama da Arte Digital no Pará (Prêmio Banco da Amazônia de Artes Visuais – 2012) e o projeto “Cinema no Pará:História e Memória” (Edital Projetos Culturais Banco da Amazônia – 2012). Ministrou em 2012 e 2013 a oficina “Blogs Criativos e Interfaces com Mídias Sociais” na Fundação Curro Velho. Entre 2002 e 2008 trabalhou como coordenador multimídia, projetos culturais e design gráfico para o Sistema Integrado de Museus da SECULT-PA para o Museu da Imagem e do Som, Museu do Estado do Pará e Espaço Cultural Casa das Onze Janelas.

 

Período: 07 a 10 de Julho de 2014

Horário: 19 às 21h

 

10 participantes

 

Inscrições via link: http://goo.gl/4MwHMF

Sem taxa de inscrição, com certificado para os participantes com 75% de frequência.

Realização: LabLivre, UFPA 2.0 e Cinemateca Paraense

 

FILME DO MÊS [ FEV/2014 ] // A ORIGEM DOS NOMES, de Marta Nassar

Pesquisando qual filme seria nosso “Filme do Mês” fui atrás de filmes paraenses que não vimos ainda. Sim, existem inúmeros filmes de nossa cinematografia que nunca tivemos acesso e é um dos motivos que nos motivaram a levar este projeto adiante. Quando voltei a pesquisar na web sobre “Origem dos Nomes” realizado em 2005 por Marta Nassar, e financiado pelo Ministério da Cultura, encontramos o site do diretor de fotografia do filme Alziro Barbosa,  que foi o responsável pela cinematografia do filme da cineasta paraense Marta Nassar realizado em 2005. Ele já havia publicado em seu canal no Vimeo há 8 meses. Nunca havia tido acesso a este filme então vamos assistir juntos pela primeira vez. Alziro Barbosa publicou também uma linda galeria de fotos/frames do filme que postamos aqui também. A cineasta Marta Nassar realizou também “Quero Ser Anjo” (2000), um dos curtas-metragem paraenses mais conhecidos. “Origem dos Nomes” tem trilha sonora  do grande compositor Albery Albuquerque e cenografia do artista visual Margalho, dois dos pontos altos do filme. Assista, baixe e compartilhe.

FICHA TÉCNICA

Direção: Marta Nassar

Produção executiva: Marta Nassar, Indaiá Freire

Roteiro: Marta Nassar

Direção de fotografia: Alziro Barbosa

Direção de arte: Clíssia Moraes

Montagem: Fábio Almeida

Elenco: Rosário, Cleiton Lima do Barra, Jaqueline Pina Teixeira, David Ruan Garcia, Wenderson Miranda, Antero Maracajá, Célia Ribeiro, Edovirges

Formato: 35mm

Duração: 15min

Ano: 2005