MOSTRA MARCIO BARRADAS: UMA DÉCADA DE CINEMA INDEPENDENTE

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No dia 29 de setembro deste mês, no Teatro Cláudio Barradas, acontecerá a “Mostra Márcio Barradas: uma década de cinema independente”, que apresentará parte significativa da trajetória do cineasta. É a oportunidade de desmistificar a ideia de que não se produz cinema por estas bandas e aprender um pouco como a Mairí Produções realizou 9 sonhos a partir de seu próprio esforço.
Tudo começou em 2005, com “Coração roxo”. Desde seu primeiro manifesto experimental, o autor nos apresenta um cinema que busca, com generosidade e firmeza, tanto a descoberta genuína da forma de cada filme a partir de seu contexto de produção (e nesse percurso, o encontro do estilo) quanto a afirmação da gravidade de se posicionar politicamente (a partir dos temas, argumentos e vozes que se escolhe registrar). Como é natural no Brasil desde Humberto Mauro, Márcio Barradas é mais um desses cineastas entre a ficção e o documentário. Em qualquer dos gêneros encontra o outro: na ficção traz o contexto, no documentário encara a fantasia. Da ilha do Mosqueiro – a ilha-mãe da Belém Insular – fez retratos únicos através de diferentes processos de captura e revelação. “O Mastro de São Caralho”, por exemplo, é destes “docs câmera na mão” a perambular pela manifestação, registrando o calor do momento e os grandes discursos de notáveis sátiros da margem suburbana. “A poeta da praia” já é ficção sob a luz da lua, gestada no estômago magoado de uma andarilha das praias, que será perseguida pela intolerância e pela violência, arcanos da crueldade, que também estão presentes na adaptação de Schultheiss/Bukowski em “Os comparsas”. Se cada um vai por um furo todos chegam à Mosqueiro.
“O cinema são todos os caminhos”, dizia Glauber Rocha, e se Márcio Barradas é, por excelência, a figura do cineasta insulado, inundado de água por todos os lados, a potência de sua obra se erige profunda sob estas condições. No próximo dia 29 nos é dada a oportunidade deste panorama, ouvir o eco deste cinema, que atravessa a baía trazendo seus fantasmas. Além da presença do autor, a grande surpresa da programação será a estreia de sua nova obra “Tony, o poeta de Icoaraci”, documentário intimista, recorte de poesia e política em justaposição e conflito, bem ao estilo “montagem de atrações” já caro ao autor em outras obras.


Com o objetivo de discutir as confluências entre cinema, arte e tecnologia e as artes cênicas o Projeto de extensão Cineclube ETDUFPA é coordenado pelo professor Ramiro Quaresma, com a colaboração dos professores Paulo de Tarso e Jorge Torres, e dos bolsistas Elise Vasconcelos, Mateus Moura e Cléber Cajun, em uma realização da Escola de Teatro e Dança, Teatro Universitário Cláudio Barradas, Instituto de Ciências da Arte e UFPA, com apoio da Cinemateca Paraense e Associação Paraense dos Jovens Críticos de Cinema. O evento é uma atividade de greve.

Mostra Barradas
Programação:
Curadoria : Mateus Moura

Coração roxo. 2005. 8 min.
O mastro. Doc. 23 min.
A poeta da praia. Ficção 2008. 28 min.
Os comparsas. Ficção. 2011. 16 min.
Tony, poeta de Icoaraci. Doc. 2015. 28 min.

SERVIÇO:
“Mostra Márcio Barradas: uma década de cinema independente”
Data: 29 de Setembro de 2015 Hora: 18h
Entrada franca
Local: Teatro Universitário Cláudio Barradas, localizado na Rua Jerônimo Pimentel, 546 (esquina com D. Romualdo de Seixas) no bairro Umarizal, em Belém.

Mostra Maquinaria

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O cinema nasceu como uma máquina vulgar produtora de imagens e sons. Mais que isso. Como propulsor de sensações e sonhos. É uma engrenagem programada para criar mundos e simular realidades. Seja com as complexas câmeras de 35mm ou com as onipresentes câmeras dos telefones celulares.

Nos mais de 100 anos de história do cinema foi produzido um grandioso conjunto de obras que não tem interesse em contar histórias e que não se enquadram no formato industrial, narrativo e representativo.

Essa produção contempla filmes que vão das vanguardas históricas do século 20 até trabalhos de vídeoarte da arte contemporânea e a Mostra Maquinaria movimenta suas roldanas por meio dessas obras.

São trabalhos que propõem experiências formais e não narrativas, são filmes que transgridem a sintaxe do audiovisual consagrada. Assim como vídeos que geram algum desconforto pela amplitude de conceitos ou que expandem sua engrenagem pela articulação entre som e imagem.

Dessa forma, a Mostra Maquinaria propõe sessões regulares na penúltima e última terça-feira de casa mês nos prédios da Casa das Artes e núcleo de oficinas Curro Velho, respectivamente às 19h e 16h.

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Terça-feira, dia 18, às 19h, será a estreia da Mostra, na Casa das Artes (Praça Justo Chermont, 236, ao lado da basílica de Nazaré).

Informações: (91) 4006-2924.

Programa 01 – Cinema de Arquivo e as Imagens em Trânsito:

“Sobre Anos 60”, de Jean-Claude Bernadet.

“RMXTXTURA”, de Mateus Moura e Lucas Gouvêa.

“Super Memória”, de Danilo Carvalho.

FONTE: Felipe Pamplona

Tambatajá de Marrí no Cineclube ETDUFPA

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O Cineclube da Escola de Teatro e Dança da UFPA exibe em sua próxima edição o filme “Tambatajá de Marrí” do cineasta paraense Rudá Miranda. O filme foi realizado em 2013 como conclusão de mestrado em Teatro, Filme e TV na California State University Los Angeles. O filme foi rodado no município de Colares (PA) e conta uma história de amor na atmosfera mística do lugar ambientada nos anos 1980.

Com a presença do cineasta o debate após a exibição do filme será uma oportunidade de conhecer os processos de realização em cinema, roteiro, direção de atores e não-atores, direção de arte, música e cenografia.

Com o objetivo de discutir a cinematografia paraense e as confluências entre cinema e as artes cênicas o Cineclube ETDUFPA é coordenado pelo professor Ramiro Quaresma, com a colaboração dos professores Paulo de Tarso e Jorge Torres, e da bolsista Elise Vasconcelos, apoio da Cinemateca Paraense, em uma realização da Escola de Teatro e Dança, Teatro Universitário Cláudio Barradas, Instituto de Ciências da Arte e UFPA.

Data: 25/06/2015
Hora: 18h
Local: Teatro Universitário Cláudio Barradas, localizado na Rua Jerônimo Pimentel, 546 (esquina com D. Romualdo de Seixas) no bairro Umarizal, em Belém.

A entrada é franca com emissão de certificados para os presentes.

Sala de Cinema com o cineasta Chico Carneiro

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O cineasta paraense Chico Carneiro é o primeiro convidado do projeto “Sala de Cinema”, uma iniciativa da Cinemateca Paraense em discutir a produção cinematográfica no estado do Pará através de exibição e discussão de filmes. O evento marca uma nova fase da Cinemateca Paraense, com uma sede para reuniões, oficinas e mostras de filmes. “É um espaço intimista e aconchegante pra ver, conversar e viver o cinema de ontem e hoje, um desdobramento da pesquisa que o site realiza” diz o curador Ramiro Quaresma que recentemente defendeu a dissertação de mestrado (PPGArtes, ICA e UFPA) sobre o trabalho de preservação do patrimônio audiovisual realizado pelo site cinematecaparaense.org há sete anos.

Chico Carneiro reside hoje me Moçambique e está de passagem por Belém trazendo o último filme da pentalogia sobre os rios da Amazônia que vem realizando desde 2006 com recursos próprios durante as férias em que volta para rever sua terra natal. Chico começou sua trajetória no cinema nos anos 1970 realizando filmes experimentais em Super 8 e 16 milímetros, foi também assistente de câmera no clássico “Iracema” de Jorge Bodanzky (1976). Trabalhou com Hector Babenco em sua fase paulista nos anos 1980. Hoje em Moçambique é realizador de documentários e fotógrafo.

Sobre seu ideal cinematográfico Chico Carneiro diz: “Ao mesmo tempo essa dinâmica (de me obrigar a fazer sempre um filme nas viagens de férias ao Pará) e sem depender de apoios externos, tem-me permitido ser bastante profícuo em praticar um cinema autoral e documental na sua forma mais profunda, ao mesmo tempo em que demarco minha participação/contribuição na solidificação de uma cinematografia amazônica-paraense.”

“Sala de Cinema” é uma realização da Cinemateca Paraense que tem curadoria de Ramiro Quaresma e coordenação museológica de Deyse Marinho, e apoio cultural da Associação de Críticos de Cinema do Pará e da Revista PZZ.

Serviço:

Sala de Cinema / Cinemateca Paraense

Convidado: Chico Carneiro

Quando: 23 de junho, terça-feira, às 19h.

Onde: Trav. Frutuoso Guimarães, 602. Campina.

Informações: 91 983823559 (Ramiro Quaresma)

Um mestre do cinema no Pará

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O crítico de cinema Marco Antonio Moreira defendeu sua dissertação de mestrado no Programa de Pós-gradução em Artes do ICA-UFPA em que narra a vida de seu pai, o exibidor e crítico Alexandrino Moreira, que teve a vida ligada a exibição do cinema em Belém, em cineclubes e em sua rede de cinemas que deixou saudade. A banca foi formada pela orientadora Bene Martins, Maria Luzia Álvares e Joel Cardoso e teve como local da defesa o Cine Oympia onde Marco é o programador. Parabéns Marco Antonio, estamos ansiosos para ler e divulgar seu trabalho que foi indicado pela banca para publicação integra.

Cineclube ETDUFPA_Anjos sobre Berlim

POÉTICAS AUDIOVISUAIS EM CENA

Filme da década de 1990 de Nando Lima une cinema e teatro em abordagem inovadora

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A transição da película para a fita magnética ocorrida nos anos 1980 não foi apenas uma mudança de suporte e sim de poética e estética.  A versatilidade das fitas magnéticas (VHS/Umatic) na captura de imagens em movimento, edição e incorporação de efeitos, como o Kroma Key, possibilitou uma geração de realizadores a experimentar o cinema em uma nova plataforma. Há 24 anos um grupo de teatro se reuniu para gravar um filme que seria parte integrante de uma peça de teatro, sob a direção e texto de Nando Lima, as gravações aconteceram em 1991 de forma colaborativa, com equipamentos e ilha de edição emprestados ou cedidos por curtíssimos períodos,  e uma vontade enorme de criar. A obra hoje é o mais importante documento audiovisual dos anos 1990 em Belém.

O filme “Anjos sobre Berlim” (1991, de Nando Lima) é o filme de estreia do Cineclube da Escola de Teatro e Dança que tem como objetivo discutir as relações e interseções do cinema com as artes cênicas e que tem na obra de Nando Lima um marco no audiovisual e no teatro paraense. “era uma coisa complemente independente e experimental (…) todas as coisas que a gente estava vivendo entraram, a gente queria falar disso. Um espetáculo que começava com 40 minutos de vídeo, foi pensado e montado para o Schivasappa. Era passado em cinco televisões ao mesmo tempo.”.

O professor do ICA/ ETDUFPA e coordenador do Cineclube Ramiro Quaresma diz sobre Anjos: “na equipe técnica e artística de Anjos estão nomes importantes da arte paraense como Anibal Pacha, Leo Bitar, Alberto Silva Neto e Oriana Bitar em início de carreira, e foram todos colaboradores artísticos do filme, onde o texto, a música e as atuações carregam uma carga de  memória de um período que precisa ser mais pesquisado e debatido.”. Nando Lima e outros integrantes de Anjos participaram de um debate após a exibição o filme, que tem entrada franca e acontece no Teatro Universitário Cláudio Barradas.

O Cineclube ETDUFPA é um projeto de extensão da Escola de Teatro e Dança da UFPA coordenado pelo Prof. Ramiro Quaresma com a colaboração dos Professores Paulo de Tarso e Jorge Torres. Realização da Escola de Teatro e Dança, Instituto de Ciências da Arte e UFPA.

Serviço:

Exibição do filme “Anjos sobre Berlim” de Nando Lima, 1991.

Dia 07 de Abril às 18h.

Seguido de debate com o realizador e equipe do filme.

Teatro Universitário Cláudio Barradas.

Rua Jerônimo Pimentel, 546 (esquina com D. Romualdo de Seixas) no  bairro Umarizal, em Belém.

Mais informações pelo celular (91) 98239 2476 (Prof. Ramiro Quaresma).

FICHA TÉCNICA / ANJOS sobre Berlim. Direção, Roteiro, Figurino,  Cenografia e Contra-regra: Nando Lima. Fotografia, Câmera e Edição:  Anibal Pacha. Produção: Oriana Bitar. Sonoplastia: Leo Bitar.  Maquiagem: Uirande Mendonça. Contra-regra: Ronaldo Fayal.  Operação de edição: João Freitas, Benedito Barbosa. Caracteres: Mario Cativo. Belém. Elenco: Alberto Silva, Betto Paiva, Claudio Melo, Josiane Dias, Oriana Bitar. 41 min. 1990. Filmado em VHS.

Lançamento do média-metragem “Abra os Olhos” de André Marçal

Mais uma produção cinematográfica paraense está prestes a estrear na tela grande. Dirigido por André Marçal, o média metragem de ficção “Abra os olhos” discute sobre a violência doméstica sob um formato diferente, em um filme que une o drama a outros gêneros distintos como o das artes marciais.

A história foca em Dan (André Marçal), que trabalha numa empresa de entregas de eletroeletrônicos. Num dia comum de trabalho ele e seus amigos Lu (Luiz Guerreiro) e Ringo(Leo Wukong) deparam-se com uma situação de violência domestica.

Sensibilizado e inconformado com o fato, Dan é logo desencorajado pelos amigos a manifestar qualquer reação, mas ele acaba se envolvendo numa situação de vida ou morte ao tentar ajudar Shirley (Nany Figueiredo).

O diretor usa a ficção para provocar uma reflexão sobre as novas adequações da lei nº 11.340/2006, segundo a recente decisão STF, de que qualquer pessoa pode realizar a denuncia de violência domestica.

SERVIÇO:
Lançamento do média-metragem “Abra os olhos”, de André Marçal.
Estreia sábado, 25 de maio, às 17h45 no Cine Olympia. Entrada franca.
Realização: Se7e Sen7idos Produções (www.se7esen7idos.blogspot.com)

Fonte: Lorenna Montenegro

 

abra os olhos

-> Confiram o teaser do filme https://www.youtube.com/watch?v=431gnH_Zuo0

Coletivo “Quadro a Quadro” exibe três novas produções

Acredito muito em coletivos de criadores, principalmente em cinema. A criação cinematográfica exige um demanda financeira e organizacional que, em início de carreira, só amigos e parceiros podem dar o suporte necessário. Tem uma hora que depois de tantas exibições, cursos e discussões é a hora de meter a cara na produção e sem as dificuldades das gerações passadas em relação a equipamentos e possibilidades de exibição e compartilhamento.

O coletivo Quadro a Quadro começa esta trajetória de forma bem contundente exibindo 3 filmes realizados coletivamente. De acordo o evento no Fecebook ” idealizado por um grupo de amigos em Outubro de 2012, o coletivo reuniu pessoas que tem uma paixão em comum: O Cinema. Porém, não era somente uma apreciação das obras cinematográficas de diretores que admiramos, nós queríamos produzir nossos próprios filmes. “. Paixão é palavra recorrente ao se falar neste cinema que se profissionaliza coletivamente, onde os esforços somadas resultam em obras que  transcendem a crítica e são exercícios de um fazer cinematográfico despretensioso. No fundo todo bom cinema é feito assim.

Outro ponto positivo é enveredar pela ficção, que é o Cinema propriamente dito. Nela as artes se integram, e a cadeia produtiva se faz necessária. Atores, cenógrafos, diretores de arte, músicos, maquiadores, motoristas, eletricistas, e toda a gama de serviços se faz necessária. E isso movimenta uma cena cultural de fato.

Composto por Rodolfo Mendonça, Rafael Samora, Raquel Minervino, Tiago Freitas, Cássio França, Vince Souza e Marcelo Tavares os filmes realizados pelo coletivo Quadro a Quadro são “Do Amor”, “Em” e “Entre Portas”.  Em breve acredito que o coletivo deve disponibilizar os filmes on line e faremos um post específico pra cada produção. Muito feliz em compartilhar essa notícia.

“Do Amor” de Rodolfo Mendonça

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Sinopse: Sem Alma Cruel, Cretino, Descarado e Filho da Mãe.
Duração:04:30

Argumento, Direção e Fotografia: Rodolfo Mendonça

Edição: Rodolfo Mendonça
Elenco: Raquel Minervino, Rodolfo Mendonça e Vinícius Moraes
Áudio Direto: Cássio França
Produção: Cássio França, Marcelo Tavares,Rafael Samora, Raquel Minervino, Tiago Freitas e Vince Souza

“Em” de Raquel Minervino

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Sinopse: Livremente inspirado no poema “O Tempo” de Max Martins, “Em” fala do corte sútil, sorrateiro e abrupto que vai sendo tecido a cada Pão partilhado. Fala da Faca que sempre esteve e sempre estará, ansiosa e pungente por dilacerar os Nós.
Duração: 05:20

Argumento e Direção: Raquel Minervino

Fotografia e Edição: Rodolfo Mendonça
Elenco: Raoni Moreira e Vittória Braun
Trilha original: Vinícius Moraes
Produção: Cássio França, Marcelo Tavares, Rafael Samora, Rodolfo Mendonça, Tiago Freitas, Vince Souza, Gabriel Gaya e Edne Maués

 

“Entre Portas” de Rafael Samora

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Sinopse: Pesadelos recorrentes atormentam a vida de um jovem. Em uma noite, porém, a lucidez invade o seu sono.
Duração: 09:00

 

Argumento, Direção e Fotografia: Rafael Samora

Edição: Rodolfo Mendonça
Elenco: Bruna Valle e Ramón Rivera
Áudio Direto: Cássio França
Trilha original: Armando Mendonça
Produção: Cássio França, Marcelo Tavares, Raquel Minervino, Rodolfo Mendonça, Tiago Freitas, Vince Souza e Suzanne Hasegawa

Serviço:
Dia 20 de fevereiro, quarta-feira
Às 18h30 no Cine Teatro do CCBEU
(Travessa Padre Eutíquio, 1309)

ENTRADA FRANCA

Realização: Coletivo Quadro a Quadro
Apoio: CCBEU
Mais informações: 8374-9497 / 8158-1840 / 8421-8071

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Cine Gotaz apresenta “O Espectador Comum”, de Guimarães Neto

Que tal um cineminha gratuito nessa quarta-feira? O Gotazkaen Estúdio apresenta mais um projeto para movimentar a galeria: o Cine Gotaz. Com o objetivo de divulgar e fomentar a discussão sobre audiovisual, principalmente no que diz respeito à produção do circuito independente, o cineclube abrirá sessões, sempre com entrada franca. As sessões serão realizadas toda última quarta-feira do mês. Mas já antecipamos que a proposta do Gotazkaen é realizar pelo menos uma vez por mês uma atividade relacionada à fotografia, à música, às artes visuais e ao cinema.

Para abrir com o pé direito o Cine Gotaz, o primeiro filme a ser exibido é do cineasta paraense Guimarães Neto. Em seu média-metragem intitulado “O Espectador Comum”, Neto mistura ficção com documentário para falar sobre a relação das pessoas com a sétima arte. O filme é o terceiro produzido pelo cineasta, que tem no currículo os curta-metragens “Escorpião, Câncer e Sagitário” e “Estudos sobre o amor e o erotismo vol. 1″ – ambos já foram exibidos em uma sessão especial no Sesc Boulevard. “No ‘Espectador Comum’ eu tentei jogar com a linguagem de documentário e com isso propor um diálogo sobre o valor atribuído aquilo que chega a nós através do cinema de ficção”, diz o cineasta, que entrevistou pessoas com idades entre 8 e 80 anos para o filme.

E quem não abre mão do lanchinho tradicional de cinema, na sessão do Cine Gotaz vai ter combo de refri + pipoca, tamanho Grande, por R$ 10. Vale a pena!

Cine Gotaz apresenta “O Espectador Comum”, de Guimarães Neto.
Quarta-feira, 31, às 19h30.
Galeria Gotazkaen: Rua Ó de Almeida, 755.
Entrada Franca